Contabilidade para Startups e Empresas de Tecnologia no Rio de Janeiro

Startup nasce rápido, mas erro de estrutura societária cobra caro lá na frente — na hora de captar, de dividir participação ou de vender a empresa. A Rosana Soares Assessoria Contábil ajuda fundadores de tecnologia no Rio de Janeiro a montarem a base certa desde o dia zero: contrato social, participação dos sócios e o regime tributário que faz sentido no estágio inicial.

O que fazemos pela sua startup

Constituição e contrato social

Estruturamos a sociedade (LTDA ou SLU) com cláusulas pensadas para tecnologia — participação, entrada e saída de sócios e regras de decisão.

Participação e vesting

Orientamos como formalizar a divisão de cotas entre fundadores e o cronograma de vesting, para que ninguém leve participação integral antes da hora.

Preparação para investidores

Contabilidade organizada e demonstrações confiáveis são pré-requisito de qualquer rodada. Deixamos os números prontos para due diligence.

Stock options para o time

Ajudamos a estruturar planos de opção de compra de participação para reter talentos, com o cuidado contábil e tributário que o tema exige.

Regime tributário na largada

Definimos o enquadramento inicial (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real) conforme faturamento previsto, queima de caixa e planos de captação.

Por que estruturar desde o início

Investidor sério olha o cap table, o contrato social e a contabilidade antes de assinar. Startup que arruma isso só na véspera da rodada perde valuation, tempo e, às vezes, o negócio. Começar organizado é mais barato do que corrigir depois — e transmite a maturidade que o mercado espera.

Regime tributário: cuidado no estágio inicial

Simples Nacional

Costuma ser o ponto de partida de empresas de tecnologia com faturamento menor, mas exige atenção ao anexo e ao Fator R conforme a folha.

Lucro Presumido

Pode fazer sentido para SaaS e serviços de tecnologia com margem alta e faturamento crescente. Simulamos os dois cenários.

Impacto da captação

Entrada de investimento, uso de conta de sócios e reembolsos precisam de tratamento contábil correto para não virar problema fiscal depois.

Perguntas frequentes

Na maioria dos casos, LTDA (para dois ou mais fundadores) ou SLU (fundador único), ambas com proteção patrimonial. O ponto sensível é o contrato social — cláusulas de participação, vesting e saída de sócios. Ajudamos a montar isso do jeito certo.

O vesting condiciona a participação do sócio ao tempo de dedicação ao projeto, liberando cotas ao longo de um cronograma. Formalizar isso no papel evita que um fundador que saiu cedo mantenha participação integral. Orientamos a estrutura contábil e societária.

Sim. Toda rodada passa por due diligence, e investidores analisam contrato social, demonstrações e a situação fiscal. Contabilidade organizada acelera a captação e protege o valuation.

Depende de como o plano é estruturado e do momento do exercício. É um tema técnico e ainda em consolidação — por isso estruturamos com cuidado e recomendamos avaliação caso a caso, sem prometer isenções automáticas.

Depende do faturamento previsto, da margem e dos planos de captação. Startups de serviço de tecnologia frequentemente começam no Simples, mas Lucro Presumido pode compensar em alguns casos. Fazemos a simulação antes de decidir.

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