Muitos médicos pagam imposto de pessoa física (carnê-leão) quando poderiam economizar bastante como PJ. Mas nem sempre compensa — depende do volume e da estrutura. Veja como decidir com números, não com achismo.
Como pessoa física, o médico pode chegar a 27,5% de IRPF no carnê-leão. Como PJ no Simples (Anexo III, com Fator R), a carga total costuma ser bem menor. A diferença anual pode ser relevante — por isso a maioria dos médicos com volume constante migra para a PJ.
Quanto maior e mais estável o faturamento, maior a economia da PJ.
Contratos com CNPJ favorecem a atuação como empresa.
Pró-labore, distribuição de lucros e planejamento ficam mais claros na PJ.
A PJ tem obrigações mensais (contabilidade, DAS, folha se houver funcionários) e o pró-labore paga INSS/IRPF. Mesmo assim, o saldo costuma ser positivo. O certo é simular os dois cenários antes de decidir — é o que fazemos gratuitamente.